Cientistas implantam e removem memórias falsas em pessoas

Um grupo de pesquisadores de neurologia conseguiu implantar e depois remover memórias falsas de diferentes pessoas durante um estudo. O objetivo do experimento era demonstrar como era relativamente simples e fazer com que a mente de alguém se lembre de algo que, na verdade, nunca aconteceu, além de abrir caminho para a compreensão do funcionamento da memória.

A presença de memórias falsas é algo relativamente comum entre humanos. Isso acontece porque nosso cérebro não é lá muito habilidoso no momento de registrar os eventos que acontecem conosco, mas essas falhas podem nos prejudicar de alguma forma, como no momento de dar um testemunho em um tribunal, por exemplo.

Contudo, este estudo publicado na conceituada revista Proceedings of the National Academy of Sciences, é o primeiro em que cientistas evidenciam que essas memórias podem ser revertidas. “Da mesma forma que você pode sugerir falsas memórias, você pode inverter-los, dando às pessoas um enquadramento diferente”, a líder do estudo, Aileen Oeberst, ao portal Gizmodo.

Conforme o tempo passa, as memórias vão ganhando uma importância diferente nas nossas vidas, enquanto a memória de curto prazo permite que os humanos revivam momentos, as de longo prazo ajudam a reconstruir nossa identidade pessoal. Porém, quanto mais antiga uma memória, menos clara ela é.

Segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (12) na revista Plos One, questões relacionadas ao trabalho impactam os níveis de estresse, consumo de álcool e atritos de profissionais da área jurídica de forma.

A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos por Justin Anker, da Faculdade de Medicina da Universidade de Minnesota e Patrick Krill, da empresa Krill Strategies LLC. Outros estudos também realizados país apontaram que as advogadas possuem taxas particularmente elevadas de depressão, ansiedade e uso indevido de substâncias.