COMERCIANTES DE CHAPECÓ ESPERAM QUE ANO MELHORE

O ano de 2021 começou e sua chegada marca o fim de um período bem diferente do que todos estavam acostumados e esperavam para o decorrer de 2020, mas que foi alterado sensivelmente em decorrência da pandemia do coronavírus. Para conhecer o sentimento dos comerciantes com relação aos resultados obtidos no final de 2020, e com eles saber as expectativas para este novo ano, o Sindicato do Comércio da Região de Chapecó realizou levantamento e respectiva análise, através do Sicom Pesquisas.

Com relação à expectativa para este ano, mostram-se otimistas 80,5% dos entrevistados, confiantes que este ano será melhor do que 2020. Outros 14,5% responderam que permanecerá igual e 4,9% acham que em 2021 as coisas podem piorar. Durante as entrevistas, especifica o presidente do Sicom, Ricardo Urbancic, os comerciantes indicaram preocupações com a demora na vacinação anti-Covid-19 e insegurança com sua efetivação, além de citarem a expectativa de redução de vendas com o fim do auxílio emergencial disponibilizado pelo governo federal no ano passado.

Saindo do âmbito da própria empresa, e passando para o cenário municipal, as expectativas dos comerciantes com relação à economia de Chapecó também são positivas. Mostram 71,8% dos respondentes com boa expectativa neste ano. Outros 5,1% a colocam como ótima e 20,5% como regular, além de 2,6% não saberem responder, o que mostra não existir perspectiva negativa quanto ao desempenho do comércio, indústria, prestação de serviços e agropecuária neste ano em Chapecó.

Sobre o fim de ano

Sobre os resultados das vendas do Natal de 2020, 52,4% dos 42 comerciantes entrevistados responderam que as vendas aconteceram de acordo com o esperado. Outros 35,7% tiveram vendas abaixo da expectativa e 11,9% resultados acima do esperado. Ao comparar as vendas do último Natal com as de 2019, 40,5% dos comerciantes afirmaram ter superado, 38,1% tiveram movimento abaixo e 14,3% mantiveram o mesmo nível.

            Questionados sobre como foi 2020, 62,5% afirmaram ter tido um bom ano, 20% regular e 12,5% disseram que foi ruim para seus estabelecimentos. Além disso, houve empate entre respondentes informando que o ano foi ótimo e péssimo: 2,5% cada.